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SIM nas comemorações dos 650 anos do Concelho de Sines
Em sessão solene da Assembleia Municipal de Sines, realizada a 24 de novembro de 2012, data em que se comemoram 650 anos da criação do nosso concelho pelo Rei D. Pedro I, em 1362, e 500 anos do Foral de D. Manuel I, de 1512, Manuel Coelho, eleito presidente da Câmara pelo Movimento Sines Interessa Mais, recordou a história remota e contemporânea de Sines, que marcou uma população tolerante a culturas e costumes diversos, e referiu-se ao momento atual da vida do concelho, sobretudo no que à atividade da Câmara se refere, fazendo um balanço dos três anos de mandato do primeiro movimento de cidadãos a gerir Sines.

"Nestes três anos, além da continuação do planeamento urbanístico e do território – con-tinuamos o projeto do desenvolvimento de Sines, na valorização do território e da quali-ficação dos Centros Urbanos.

Nestes três anos de trabalho na governação do Concelho, fomos confrontados com a maior crise económica da nossa história contemporânea. Tivemos períodos e momentos muito difíceis, mas nunca baixámos os braços, nunca nos resignámos e procurámos sempre retemperar forças e tomar decisões, resolver problemas.
E é por isso que hoje podemos apresentar aos órgãos autárquicos, e à população de Sines, o maior volume de projetos e obras e os mais vultuosos investimentos de Sines na cidade e no Concelho.

Nestes três anos aprovámos projetos e estamos a realizar obras que ultrapassam um investimento superior a trinta milhões de euros (muito superior ao total da divida atual).
Conseguimos aprovar candidaturas ao Quadro Comunitário de cerca de 22 milhões de euros, a concretizar até meados do próximo ano.

Conseguimos a realização das obras de qualificação da via de entrada de Sines. Com duas novas rotundas, ciclovia e via pedonal, mais iluminação pública e espaços verdes – num valor de cerca de 3 milhões de euros, suportados pela administração central.
Conseguimos verbas para transformar a via rápida da Costa Norte em avenida panorâ-mica com ciclovia e iluminação pública – e a realização da nova via urbana até à praia da Costa do Norte.

Conseguimos financiamento para o novo Pavilhão dos Desportos, Feiras e Espetáculos – que assegura a realização das práticas desportivas, em espaço coberto, por muitas dezenas de anos.

Conseguimos construir três novos Centros Escolares - dois em Sines e um em Porto Covo.
Qualificamos a Estrada de Porto Covo – uma obra para os próximos 30 / 40 anos.
Estamos a concluir as obras de requalificação do Centro Histórico e da nova Escola da Música / Ensino Artístico, para muitas centenas de crianças, jovens e adultos de Sines e da Região do Litoral Alentejano.

Conseguimos financiamento para realizar as obras de consolidação da Falésia (que estava em vias de derrocada), para construir a nova Avenida da Praia – de que resultará uma grande Praça – como um espaço de lazer, de encontros de pessoas, de contemplação do mar e do cenário único da Baía, assim como da implantação de bares, restaurantes e espaços para a cultura, o desporto e o turismo.

Estamos a concluir o Pavilhão para as novas Energias e o ensino e qualificação profissional.
Os nossos críticos militantes procuram desvalorizar todo este trabalho e estes projetos, afirmando que estamos a hipotecar as gerações do futuro.

Aqui está uma deturpação e um equívoco, creio que, propositados, porque:
1º – Com todas estas obras estamos a reduzir significativamente o endividamento - nes-tes três anos reduzimos o endividamento de longo prazo em 4 milhões de euros e, no final deste ano, teremos pago a maior parte do endividamento de curto prazo.
2º – Estes investimentos: em rodovias; arruamentos; escolas - para educação e ensino profissional, e, pavilhões para a prática de desportos, vão servir sucessivas gerações – muito para além do prazo previsto para o pagamento das dívidas.
Nesta data, temos todas as obras concluídas, ou em curso, pagas – e sem agravamento das dívidas.

(....)
Em janeiro próximo prestaremos contas aos órgãos autárquicos, e à população, e demonstraremos os montantes na redução do endividamento e a estimativa nas poupanças e redução de custos nas chamadas despesas correntes.

Nestes 03 anos canalizámos para as Associações e Instituições de Sines mais de 02 milhões de euros em apoios financeiros.

E em 2012, apesar da grave crise, conseguimos apoios financeiros para as Associações e Instituições num montante de 410 mil euros, não contando com os ganhos que obtiveram nas Tasquinhas; os apoios nos transportes de atletas; apoios na disponibilização de instalações (pavilhões; piscinas; estádios; novas sedes) e, principalmente, os investimentos em novos pavilhões e equipamentos para as práticas de desporto e cultura.
Sines, tem nesta data mais de 30 associações - todas a desenvolver atividades diversas e a demonstrar a pujança nos desportos, na cultura e atividades artísticas.

A todas as crianças do ensino pré-escolar são assegurados as atividade de desporto, nomeadamente, o ensino da natação.

É claro que reconhecemos as necessidades e dificuldades de algumas associações, mas nunca ficaram, nem ficarão, sem os meios essenciais para desenvolver as atividades consideradas importantes para a vida do município.

Com este trabalho realizado nas várias frentes; desde os investimentos estruturantes; à qualificação dos centros urbanos; aos apoios às associações, à tomada de medidas para redução de despesas e melhoria das receitas – o próximo ano será o ano de continuação da consolidação financeira, da conclusão das obras em curso e da melhoria das condições de governação para quem vier a assumir funções no governo da cidade e do concelho.

Mais do que nunca, é dever de todos os eleitos empenharem-se no trabalho autárquico em prol do desenvolvimento e qualidade de vida da população de Sines.

Este é um tempo de procura de convergência de esforços, de agregação de vontades, da procura de sinergias no plano politico e em ações concretas na promoção do interesse público, da projeção de Sines; na atratividade de investimentos produtivos – que criem emprego e riqueza; na defesa do ambiente, na construção das acessibilidades indispensáveis ao desenvolvimento dos portos; do tecido empresarial – do progresso económico e social".

A comunicação pode ser lida na íntegra na área "Documentos".
2012-11-25

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